Antigamente as salas de aula eram limitadas apenas há aluno e professor
e o quadro , mas com as novas tecnologias nas escolas e organizações estão transformando a vida destes em em processos permanentes de
aprendizagem.
Podemos dizer que houve uma mudança qualitativa no processo de ensino e
aprendizagem pois conseguimos integrar dentro de uma visão inovadora
todas as tecnologias: as telemáticas, as audiovisuais, as textuais, as orais,
musicais, lúdicas e corporais no ambiente escolar.
Pois desde o final da década de 1990, a
introdução das tecnologias de informação e comunicação (TICs) na educação é
aceita por sistemas de ensino em todo o mundo como uma forma de desenvolvimento
educacional na história da humanidade; o Brasil têm investido muito na compra
de equipamentos, softwares e formação docente contínua, à medida que surgem
recursos tecnológicos inovadores.
O professor tem grandes opção metodológicas para trabalhar em sala
ele pode encontrar sua forma mais adequada de integrar as várias tecnologias e
procedimentos metodológicos. Mas também é importante que amplie, que
aprenda a dominar as formas de comunicação interpessoal , grupal e as de
comunicação audiovisual, telemática. É importante diversificar as formas
de dar aula e com a internet e possível desenvolver ajudar os alunos a
que aprendam melhor.
Cibercultura na educaçao nos dias atuais é um
importante fator que propõem um desenvolvimento
mais significativo que acompanha a revolução das TICs na educação que ocorre fora da
escola, mas reflete na impressionante quantidade de alunos que não
estudam em casa nem pertencem a nenhum sistema formal de ensino “a
virtualização é um dos principais vetores da criação da realidade” (Lévy, 2009,
p. 18). A cibercultura também se faz presente na educação por meio
de múltiplas linguagens, múltiplos canais de comunicação e em temporalidades
distintas. As interfaces da Web 2.0, por exemplo, permitem um contato
permanente entre escola, professores, alunos e seus pares no ambiente virtual de
ensino. E possível produzir e compartilhar conhecimentos colaborativamente
com qualquer outro estudante em qualquer parte do mundo (teoria da comunicaçao).
O ciberespaço
possibilita o autoaprendizado, facilita a interatividade e estimula a troca de
informações e saberes, mas não garante o sucesso do aprendizado, comumente
desmotivado pela falta de estímulo. Disso decorre a importância da escola e do
professor como mediadores do conhecimento a ser construído, aliados às
estratégias pedagógicas, materiais didáticos e metodologias de ensino.
Contudo, apesar dos
evidentes benefícios para o processo de ensino-aprendizagem, devemos repensar a
influência da internet e das novas tecnologias em nossa cultura, conscientes de
seus pontos fortes e limitações, como a falta ou a precariedade de acesso à rede.
Além disso, é fundamental avaliar a capacidade do estudante para utilizar as
tecnologias propostas como instrumento de produção de conhecimentos
disciplinares, e não apenas de informação, redefinindo a racionalidade
comunicativa em estratégias educacionais no ambiente virtual.


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