segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Tecnologias da informação e suas implicações à educação
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E
MUCURI
FACULDADE INTERDISCIPLINAR EM HUMANIDADES
DIAMANTINA – MINAS GERAIS
Disciplina:
Tecnologias Educacionais
Docente:
Drª Elayne de Moura Braga
Discente:
Laura de Jesus Serpa Januário
Tecnologias
da informação e suas implicações à educação
Eis que surge a era globalizada! E com ela
o mundo se encontra em contínua mudança e
isto tem provocado expressivas alterações no modo de vida da sociedade.
Novas tecnologias surgem a cada dia, antes mesmo que a anterior seja
completamente compreendida e dominada.
Neste contexto, é importante que a
educação consiga utilizar com primazia as tecnologias de informação
dispostas nesses sistemas educacionais, visando a otimização das práticas
pedagógicas, melhoria e motivação do processo
de ensino-aprendizagem.
Os espaços educacionais, em grande maioria,
encontram-se equipados com inúmeros recursos de tecnologia e informação (TV,
DVD, Computadores, sons dentre outros) os
quais podem apresentar-se como fomento para uma aprendizagem significativa e
atrativa no espaço escolar.
As tecnologias de informação a favor da
educação, podem contribuir ainda na construção do conhecimento, porém, torna-se
evidente, a necessidade da formação do educador para uma utilização
significativa e obtenção de êxito no processo de ensino-aprendizagem.
Neste sentido, as tecnologias de informação aplicadas à
educação, também impõem novas exigências
ao profissional da educação. De acordo com Levy (1995,p.39) “não basta que tenha conhecimento em sua área,
mas que seja capaz de transpor esse conhecimento para situações educativas de
aprendizagem permitindo a interação entre os alunos e o conhecimento” Estas
exigências estão presentes no processo de interação dos professores com tais
modernidades.
A tecnologia a favor da educação, demanda a necessidade
emergente de que os professores
apresentem o domínio dos recursos tecnológicos, para que assim, consiga
conjecturá-las a sua ação pedagógica , o
que vai além de simplesmente manusear
hardware e software, haja vista a necessidade de se compreender as múltiplas
potencialidades que estes recursos oferecem ao contexto educacional.
É preciso perceber como as TIC abrem oportunidade para
criação de novos espaços de aprendizagem, colaborativos, interativos. Para
tanto, um componente importante no processo de formação de professores é o
trabalho em equipe, a concepção de que a aprendizagem acontece socialmente, de
forma cooperativa. Ou seja, é necessária uma reestruturação dos universos
simbólicos, o que implica mudança de atividades, de concepções, novas
aprendizagens e novos modos de aprender. (BONILLA, 2005, p. 201)
Referências:
BONILLA,
Maria Helena Silveira. Inclusão Digital nas escolas. In: PINHEIRO, Antonio
Carlos Ferreira; ANANIAS, Mauricélia (Orgs). Educação, Direitos Humanos e
Inclusão Social: histórias, memórias e políticas educacionais. João Pessoa:
Editora Universitária da UFPB, 2009
LEVY, P. As tecnologias da
inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro:
Editora 34, 1995.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
A inovação da
cibercultura no processo de Ensino e
aprendizagem.
Antigamente as salas de aula eram limitadas apenas há aluno e professor
e o quadro , mas com as novas tecnologias nas escolas e organizações estão transformando a vida destes em em processos permanentes de
aprendizagem.
Podemos dizer que houve uma mudança qualitativa no processo de ensino e
aprendizagem pois conseguimos integrar dentro de uma visão inovadora
todas as tecnologias: as telemáticas, as audiovisuais, as textuais, as orais,
musicais, lúdicas e corporais no ambiente escolar.
Pois desde o final da década de 1990, a
introdução das tecnologias de informação e comunicação (TICs) na educação é
aceita por sistemas de ensino em todo o mundo como uma forma de desenvolvimento
educacional na história da humanidade; o Brasil têm investido muito na compra
de equipamentos, softwares e formação docente contínua, à medida que surgem
recursos tecnológicos inovadores.
O professor tem grandes opção metodológicas para trabalhar em sala
ele pode encontrar sua forma mais adequada de integrar as várias tecnologias e
procedimentos metodológicos. Mas também é importante que amplie, que
aprenda a dominar as formas de comunicação interpessoal , grupal e as de
comunicação audiovisual, telemática. É importante diversificar as formas
de dar aula e com a internet e possível desenvolver ajudar os alunos a
que aprendam melhor.
Cibercultura na educaçao nos dias atuais é um
importante fator que propõem um desenvolvimento
mais significativo que acompanha a revolução das TICs na educação que ocorre fora da
escola, mas reflete na impressionante quantidade de alunos que não
estudam em casa nem pertencem a nenhum sistema formal de ensino “a
virtualização é um dos principais vetores da criação da realidade” (Lévy, 2009,
p. 18). A cibercultura também se faz presente na educação por meio
de múltiplas linguagens, múltiplos canais de comunicação e em temporalidades
distintas. As interfaces da Web 2.0, por exemplo, permitem um contato
permanente entre escola, professores, alunos e seus pares no ambiente virtual de
ensino. E possível produzir e compartilhar conhecimentos colaborativamente
com qualquer outro estudante em qualquer parte do mundo (teoria da comunicaçao).
O ciberespaço
possibilita o autoaprendizado, facilita a interatividade e estimula a troca de
informações e saberes, mas não garante o sucesso do aprendizado, comumente
desmotivado pela falta de estímulo. Disso decorre a importância da escola e do
professor como mediadores do conhecimento a ser construído, aliados às
estratégias pedagógicas, materiais didáticos e metodologias de ensino.
Contudo, apesar dos
evidentes benefícios para o processo de ensino-aprendizagem, devemos repensar a
influência da internet e das novas tecnologias em nossa cultura, conscientes de
seus pontos fortes e limitações, como a falta ou a precariedade de acesso à rede.
Além disso, é fundamental avaliar a capacidade do estudante para utilizar as
tecnologias propostas como instrumento de produção de conhecimentos
disciplinares, e não apenas de informação, redefinindo a racionalidade
comunicativa em estratégias educacionais no ambiente virtual.
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